Nova!

Como dizia Clarisse Lispector:
" Tenho medo de escrever. É tão perigoso. Quem tentou, sabe. Perigo de mexer no que está oculto. Para escrever tenho que me colocar no vazio e neste vazio é que existo intuitivamente. As palavras que escrevo escondem outras. Quais? Talvez as diga, talvez não..."



Depois de quase três anos sem escrever nada, minha inspiração voltou. Dessa vez, ela pode durar para sempre. Pode durar apenas alguns dias. Pode ir embora e voltar. Ou pode sumir para nunca mais. Não há como saber, somente aproveitar enquanto ela está aqui :)

Anterior à este post, estão poemas antigos, de 2008 para trás. A partir deste, somente atuais. Para celebrar a volta da inspiração, dedico essa postagem às borboletas, que como o meu corpo não nega, fazem parte de mim. Delas vêm a renovação, o olhar o mundo de outro ângulo, a liberdade...

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